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WMS para e-commerce: O guia definitivo para escalar sua operação

Você já sentiu que o seu e-commerce é uma “bomba relógio” prestes a explodir sempre que as vendas aumentam? 

No início, tudo parece sob controle: alguns pedidos por dia, uma planilha de Excel e a boa e velha memória do dono para saber onde cada produto está guardado. 

No entanto, quando o negócio escala e o volume de pedidos salta de dezenas para centenas ou milhares, aquela organização visual deixa de ser eficiente e passa a ser o maior gargalo do seu lucro.

É nesse cenário que surge uma sigla capaz de separar os lojistas amadores dos grandes players do mercado: o WMS

Se você quer entender como transformar sua logística em uma máquina de vendas imparável, este guia é para você. 

Vamos explorar o que é essa tecnologia e como o case real da Usee Brasil, apresentado no canal Ecommerce Puro, mostra o caminho da profissionalização. Bora lá?! 🚀


O que é WMS para e-commerce e por que ele é o coração da logística moderna?

A sigla WMS vem do inglês Warehouse Management System, ou Sistema de Gestão de Armazém. 

De forma simples, imagine que o seu ERP cuida do “cérebro” administrativo da empresa (notas fiscais, financeiro, dados do cliente), enquanto o WMS é o “sistema nervoso” que controla cada movimento físico dentro do seu estoque.

Um WMS para e-commerce gerencia desde a entrada da mercadoria no galpão até a conferência final antes do pacote ser entregue à transportadora. 

Ele não apenas registra o que você tem, mas diz exatamente onde o item está e como ele deve ser retirado de forma mais rápida.


Por que usar um WMS? Dados que você não pode ignorar

Muitos lojistas enxergam o software como um custo, mas a realidade mostra que não ter um sistema robusto gera prejuízos invisíveis que corroem a margem de lucro. Dados do setor indicam que a implementação de um WMS para e-commerce pode reduzir erros de expedição em até 90%.

Pense no custo de enviar um produto errado: você paga o frete de ida, o frete de logística reversa, arca com o tempo do SAC para atender o cliente insatisfeito e ainda corre o risco de ser penalizado nos marketplaces por má reputação. 

Ao evitar esses erros, o WMS se paga em poucos meses de operação. Além disso, a satisfação do cliente atinge outro patamar quando ele recebe exatamente o que comprou, antes do prazo esperado.


Quando contratar um WMS para e-commerce?

Essa é a pergunta de um milhão de reais. Se você contratar cedo demais, pode ter uma ferramenta subutilizada; se contratar tarde demais, pode quebrar a operação. O segredo está em observar os sinais de saturação.

1. Dependência excessiva de pessoas específicas

Sabe aquele colaborador que trabalha com você há três anos e é o único que sabe onde estão as peças pequenas do fundo do estoque? Isso é um risco enorme. Se ele faltar ou decidir sair da empresa, sua expedição para.

Gabriel dos Santos, CEO e cofundador da Usee Brasil, reforça esse conceito de forma clara: “O estoque não pode ficar na cabeça do colaborador”. Um WMS democratiza a informação. Com um coletor de dados na mão, qualquer pessoa nova na equipe consegue localizar um item em segundos.

2. O famoso “furo de estoque”

Você vendeu na Shopee, o cliente pagou, mas quando o separador foi buscar o produto, a prateleira estava vazia. O erro de inventário é o principal motivo de cancelamentos e perda de relevância nos algoritmos de busca. O WMS garante o inventário rotativo, onde a contagem é feita constantemente, evitando surpresas desagradáveis.

3. Lentidão no Picking e Packing

Se o seu time leva muito tempo para “bipar” e embalar um pedido, você tem um problema de processo. Na visita à Usee Brasil, vemos que a tecnologia permite que menos de 10 pessoas deem conta de uma expedição de milhares de pedidos diários. Sem o WMS, seria necessário o triplo de funcionários para o mesmo resultado.


As dores do crescimento: o que deve-se aprender

Ao analisar a história da Usee Brasil, percebe-se que a transição da empresa para o patamar atual não foi linear. No início, eles sofriam com as mesmas dores que você talvez sinta hoje.

A operação começou de forma manual, separando pedidos por nota fiscal impressa. O separador lia a folha, procurava o item e torcia para não pegar a cor ou o tamanho errado. Conforme a empresa escalou para faturar R$ 160 milhões por ano, esse modelo tornou-se inviável.

Cleiton Brizola, Cofundador da Usee Brasil, destaca a importância da complementaridade dos sócios e da visão de longo prazo: “A gente sempre buscou trazer tecnologia para resolver a dor que a gente sentia no dia a dia”

Essa mentalidade foi o que permitiu que a empresa, que começou pequena, se tornasse uma potência na moda íntima brasileira.

Como solucionar os problemas logísticos com WMS para e-commerce

A solução apresentada no case passa por três pilares fundamentais observados na estrutura montada pelo Gabriel e pelo Cleiton:

  • Endereçamento Logístico: cada palete, prateleira e nicho tem uma “identidade”.
  • Coleta Inteligente: o sistema cria a rota mais curta para o funcionário, economizando quilômetros de caminhada ao fim do dia.
  • Conferência por Código de Barras: O sistema só permite fechar a caixa se o código de barras lido for exatamente o do pedido solicitado.

Para Gabriel dos Santos (CEO), o segredo não está apenas no software, mas na cultura: “Nós temos pessoas felizes para poder trabalhar e performar”. Isso mostra que o WMS é a ferramenta, mas o ambiente de trabalho e a clareza de processos são o que sustentam o crescimento.


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  • Venda nos marketplaces: são mais de 40 marketplaces integrados, painel de vendas unificado, separação e expedição automatizada e um módulo de anúncios exclusivo para impulsionar seus resultados. 
  • Impulsione seu e-commerce: mantenha seu estoque atualizado em tempo real em todos os canais, conte com organização automática de pedidos e emissão de NF-e simplificada. 
  • Integre seu PDV: se você também tem loja física, a Olist agiliza sua frente de caixa, controla entradas e saídas e mantém o estoque unificado entre o mundo físico e o online, com total integração com a Stone.
  • Facilite sua rotina bancária: a Olist também possui uma Conta Digital completa. Com ela, você realiza pagamentos em lote, busca boletos, faz conciliação automática, paga GNRE e gera links de pagamento para fechar vendas pelas redes sociais.

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O passo a passo para implementar WMS para e-commerce

Agora que você já entendeu a importância e viu exemplos práticos de sucesso, como começar? 

A implementação de um WMS não precisa ser um trauma, desde que siga alguns passos lógicos baseados no case da Usee Brasil.

1. Mapeamento do Armazém

O primeiro passo não é o software, mas a organização física. Você precisa dar “nomes” aos seus lugares. Ruas, colunas, níveis e apartamentos. Como Cleiton e Gabriel mostram no galpão da Usee, cada espaço é otimizado para que o fluxo de mercadoria nunca pare.

2. Escolha do Hardware

Um bom WMS para e-commerce exige coletores de dados ou smartphones robustos que consigam ler códigos de barras com rapidez. Invista em equipamentos que aguentem a rotina de um depósito.

3. Integração com o ERP e Hub

O WMS não trabalha sozinho. Ele precisa receber as informações de venda do seu Hub de integração ou do seu ERP instantaneamente. Quando um pedido cai no Mercado Livre ou na Amazon, o WMS já deve “reservar” aquele item no estoque físico.

4. Treinamento da Equipe e Cultura

A tecnologia é excelente, mas o engajamento humano é vital. Como Gabriel dos Santos destaca no case, a Usee investe pesado no bem-estar da equipe. Mostre para sua equipe que o WMS veio para facilitar o trabalho deles, eliminando a necessidade de memorizar localizações e reduzindo o esforço físico.


Conclusão: o futuro do seu e-commerce é tecnológico

Como vimos ao longo deste guia e na inspiradora visita à Usee Brasil, o sucesso no comércio eletrônico atual não depende apenas de um bom produto ou de um marketing agressivo. A batalha final é vencida na operação.

Escalar um negócio significa aumentar o faturamento sem aumentar proporcionalmente os seus problemas. 

Um WMS para e-commerce é o que garante que, se você vender 10 vezes mais amanhã, sua expedição continuará entregando com a mesma qualidade de hoje.

O aprendizado que fica da visita de Gabriel (CEO do Ecommerce Puro) à Usee é claro: invista em processos, confie nos dados e nunca deixe o conhecimento da sua empresa preso na cabeça de ninguém. 

A tecnologia é a única ferramenta capaz de transformar um galpão cheio de peças de moda íntima em uma empresa de alta performance que fatura centenas de milhões.

E você, como está a organização do seu estoque hoje? Se sente preparado para o próximo grande salto de vendas ou ainda teme o caos da logística? Lembre-se que o primeiro passo para a mudança é reconhecer onde estão os gargalos e buscar as ferramentas certas para eliminá-los.


📺 Bastidores de um e-commerce de sucesso: o case Usee Brasil

Antes de avançarmos tecnicamente, vale a pena ver como isso funciona na prática. 

O time do Ecommerce Puro visitou a operação da Usee Brasil, empresa referência no setor de moda com fortíssima presença em moda íntima, que hoje fatura milhões com tecnologia própria.

Veja como a teoria que estamos discutindo aqui se aplica em um dos maiores players do país:


E se esse conteúdo te ajudou, aproveita pra conferir os outros vídeos do nosso canal.

Lá você encontra dicas práticas, bastidores e análises para levar sua operação ao próximo nível.

Até a próxima!

Começa com a simplicidade de uma escolha. A força de uma decisão.

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